Niemeyer projetou a Cidade Administrativa com suas curvas para embelezar a periferia de Belo Horizonte.
Em frente aos prédios altos, de vidro, carpete, muito ar-condicionado e pessoas bem vestidas, espreita-se um cachorro vira-lata, daqueles bem magrinhos e famintos, pensando se entra pra fuçar o lixo. Reciclável, aliás.
Publicidade_Positiva
Para aliviar pensamentos incômodos.
Sexta-feira, Fevereiro 25, 2011
Quarta-feira, Fevereiro 23, 2011
Quando a adultez chega
Eu já repeti essa frase mais de uma vez, mas ainda aos 28 anos, me assusta como é difícil pra mim entrar pro mundo adulto.
Já postei aqui (acho) uma frase que ouvi no começo da 2ª faculdade: "aos 20 anos, todos os erros são perdoáveis". (Ou algo assim). Mas agora que to mais pros 30, envolvida no mundo do trabalho que se diz racional, apesar de ser uma puta loucura, vendo meus pais envelhecerem sem muito conforto emocional, e descobrir a fragildiade no mundo e em mim, preocupo-me com o "ser adulta".
Duas preocupações mais fortes:
- adulto tem que tomar decisões e arcar com elas sozinho, fingindo que sabe o que tá fazendo, quando logo se descobre que NUNCA se tem muita clareza do que se faz;
- adulto tende a debater menos suas idéias, exatamente porque tem que tomar decisões e passa a não querer dar o braço a torcer quando erra. E como erra muito, vai se tornando um cabeça-dura, mal-humorado e qua fala mal de todos que discordem dele.
O adulto é capaz de repetir aqueles erros que criancinhas cometem no jardim de infância que sua mãe ou sua escola ensinaram que são feios, muito feios. Como não contratar alguém porque ele é feio; ou não conversar com fulano assuntos profissionais porque vocês brigaram; aliás, brigar com alguém por causa de trabalho é o ó!
Enfim, ser adulto é padecer no planeta Terra, que está cada dia mais quente e em risco graças às nossas posturas individuais, e pouco sujeitas ao debate.
Já postei aqui (acho) uma frase que ouvi no começo da 2ª faculdade: "aos 20 anos, todos os erros são perdoáveis". (Ou algo assim). Mas agora que to mais pros 30, envolvida no mundo do trabalho que se diz racional, apesar de ser uma puta loucura, vendo meus pais envelhecerem sem muito conforto emocional, e descobrir a fragildiade no mundo e em mim, preocupo-me com o "ser adulta".
Duas preocupações mais fortes:
- adulto tem que tomar decisões e arcar com elas sozinho, fingindo que sabe o que tá fazendo, quando logo se descobre que NUNCA se tem muita clareza do que se faz;
- adulto tende a debater menos suas idéias, exatamente porque tem que tomar decisões e passa a não querer dar o braço a torcer quando erra. E como erra muito, vai se tornando um cabeça-dura, mal-humorado e qua fala mal de todos que discordem dele.
O adulto é capaz de repetir aqueles erros que criancinhas cometem no jardim de infância que sua mãe ou sua escola ensinaram que são feios, muito feios. Como não contratar alguém porque ele é feio; ou não conversar com fulano assuntos profissionais porque vocês brigaram; aliás, brigar com alguém por causa de trabalho é o ó!
Enfim, ser adulto é padecer no planeta Terra, que está cada dia mais quente e em risco graças às nossas posturas individuais, e pouco sujeitas ao debate.
Sexta-feira, Setembro 03, 2010
Costuras

Outro dia fui com uma amiga à costureira para arrumar um vestido de festa dela. O vestido é simplesmente lindo! De um tecido rosinha, é todo drapeado e coberto por um tule preto, marcando bolinhas no tecido rosa... Fofo e super na moda!
Isso foi tudo que reparei. Aí a costureira mostra pra outra cliente, ambas de mais de 60 anos e que devem conhecer as regras da "tradicional sociedade mineira", e comenta:
"Olha como está usando fecho à mostra nas roupas de festa! Sem ter nada a ver com a roupa...". Ao que a outra senhora complementa:
"E tule em roupa de festa!Quem diria"!
Minha amiga não se abalou e nem eu dei muita bola, mas como representante da minha geração que via tudo aquilo com outros olhos, repliquei:
"Bem moderno"!
O mais engraçado é que elas comentavam antes de como a mãe da estilista deste vestido de tule era cliente da costureira e que ela "só usava ropudas de seda pura"!
Aí fiquei imaginando que super roupas seriam essas... por coincidência (quer dizer, por também compartilhar desse gosto), a outra senhora que estava lá tinha levado uma calça preta de "pura seda" para ajustar e não era nada bonita!
E vivam as mudanças que mexem com nosso ponto de vista!! Adorei essa tarde antropológica!
Terça-feira, Julho 27, 2010
Uma boa dica
Eu sou craque em achar a grama do viziho mais verde. Nada que me torne uma grande invejosa, mas isto me faz remexer e querer construir projetos tão bonitos quanto o dos outros. De fora, as pessoas parecem muito seguras e exatas em suas escolhas, enquanto aqui comigo fico sempre me ardendo em dúvidas!
Mas nada como saber enxergar alguns detalhes que bons amigos nos trazem. Tenha uma amiga que acreditava que me conhecesse pouco, já que convivemos em ambiente de trabalho e era tudo muito tumultuado. Ela está numa fase de buscar sua própria identidade, procurando um curso na faculdade e já certa de que a poesia deve florescer nesta fase tão bonita de sua vida.
O que me encanta mais nela é como ela me permite compartilhar desses seus sonhos, dessas sua construção poética, postando dicas e fazendo lindas (pequenas) intervenções na minha vida que me fazem concluir que há algo também de poético em mim que ela identificou como comum! Quando ela me enxergou, me obrigou a me olhar de novo.
Na verdade, ela me lembra meus tempos de faculdade, quando eu também tinha mais compromissos, com a cabeça no ar e acreditava que naturalmente eu pousaria aonde meus sonhos me levassem.
Alice, querida, você me fez perceber a importância de guardar com carinho estes sonhos, para torna-los projetos. Se posso retribuir, fica a dica de quem está só alguns passos à frente e pôs em risco um lindo futuro pelos detalhes do agora. Eu vou dar meia-volta e me dar o direito de fazer mais alguns vôos, pra pousar no lugar dos meus sonhos.
Mas nada como saber enxergar alguns detalhes que bons amigos nos trazem. Tenha uma amiga que acreditava que me conhecesse pouco, já que convivemos em ambiente de trabalho e era tudo muito tumultuado. Ela está numa fase de buscar sua própria identidade, procurando um curso na faculdade e já certa de que a poesia deve florescer nesta fase tão bonita de sua vida.
O que me encanta mais nela é como ela me permite compartilhar desses seus sonhos, dessas sua construção poética, postando dicas e fazendo lindas (pequenas) intervenções na minha vida que me fazem concluir que há algo também de poético em mim que ela identificou como comum! Quando ela me enxergou, me obrigou a me olhar de novo.
Na verdade, ela me lembra meus tempos de faculdade, quando eu também tinha mais compromissos, com a cabeça no ar e acreditava que naturalmente eu pousaria aonde meus sonhos me levassem.
Alice, querida, você me fez perceber a importância de guardar com carinho estes sonhos, para torna-los projetos. Se posso retribuir, fica a dica de quem está só alguns passos à frente e pôs em risco um lindo futuro pelos detalhes do agora. Eu vou dar meia-volta e me dar o direito de fazer mais alguns vôos, pra pousar no lugar dos meus sonhos.
Quarta-feira, Junho 02, 2010
Guarda Municipal e prevenção ao crime
No Guia para a Prevenção do Crime e da Violência, publicado pela SENASP – Secretaria Nacional de Segurança Pública, há diversas diretrizes propostas para orientarem a política pública de prevenção nos municípios.
Um ponto que me chamou a atenção se trata sobre o papel atribuído à Guarda Municipal, principalmente porque este Guia da SENASP traz uma visão ampla e inovadora sobre o assunto, indo contra o senso comum quando se pensa em intervenções focadas em segurança pública.
De início, o Guia já desmistifica a idéia de que prevenção consiste somente em ações de política social. Estas têm seu impacto, mas intervenções focadas no problema de segurança certamente serão mais eficazes. A partir deste entendimento, fica claro que há que se ter uma estrutura burocrática própria para lidar com o enfrentamento do crime e da violência.
No âmbito municipal, um instrumento de organização burocrática previsto legalmente é a figura da Guarda Municipal, porém ainda é incerto qual o papel que lhe deve ser atribuído.
“Vários municípios já possuem suas Guardas e outros estão em fase de implementação destas novas estruturas de segurança pública. Há muitas dúvidas sobre o tipo de atuação que se espera das Guardas e sobre suas relações com as estruturas já existentes de policiamento, sobre as formas e exigências de recrutamento dos seus integrantes, sobre a política de formação, sobre os recursos que devem ser disponibilizados e, sobretudo, sobre a missão a ser cumprida pelas Guardas e os resultados que se pode esperar de seu trabalho”(SENASP, 2005:27).
Este vácuo conceitual sobre o papel do guarda municipal tem levado várias prefeituras a repetir o modelo de policial estadual, com todas as suas deficiências e vícios, resultando inclusive, em disputas entre estes dois grupos de servidores.
Há uma expectativa da SENASP que as Prefeituras organizem a Guarda Municipal cidadã, atuando principalmente na prevenção e em ações de menor impacto. Esta expectativa preconiza, portanto, um perfil específico de servidor público, aqui, o guarda municipal. A concepção geral que a sociedade possui é que o guarda municipal será o “herói”, tal qual o policial anseia. Além disso, em muitos municípios os atuais guardas municipais são ex-vigilantes ou guardas privados, responsáveis principalmente pela segurança do patrimônio. Logo, o imaginário formado, bem como o modelo aplicado tem sido do guarda municipal que aplicará uma política pública de segurança voltada especificamente para a repressão, seguindo o modelo hierárquico da polícia militar, em vários casos e tendo como maior mérito a obediência, ao invés do servidor que planeje e participe das decisões. Isto modelo militar condiz com as leis que aprovam o uso de armas por estes guardas. Uma preocupação apontada pela SENASP é que não há um concurso baseado em critérios claros ou mesmo um treinamento e a constituição de base de dados que ampare o trabalho destes servidores. Se não puder oferecer uma Guarda Municipal de qualidade, é melhor não te-la, reforça a SENASP.
A grande inovação da SENASP, advinda do diagnóstico desta situação das Guardas Municipais, é a proposta de um perfil para o guarda municipal que não se baseia unicamente na figura do policial, mas de um guarda que ampare a segurança comunitária, sendo um tipo de mediador de conflitos, uma referência na comunidade em que atua. Lista três diretrizes:
- policiamento fixo na comunidade, para que haja interação entre os guardas e os moradores;
- autonomia para que o guarda tome decisões com base no modelo de Solução de Problemas;
- atuar de modo participativo, convocando a comunidade pata tomar decisões conjuntas ao Estado.
O pressuposto é que esse modelo seja preventivo e interfira basicamente nos conflitos de baixa intensidade, que são maioria e têm importante repercussão na sensação de segurança da população. Para crimes mais graves, a polícia deverá ser acionada, o que demarca claramente o papel de cada instituição, rompendo com o problema citado de disputa por uma mesma área de atuação. Pelo contrário, a Guarda Municipal poderá formar uma rede de colaboração com as polícias estaduais, enfrentando atual quadro de dispersão e ineficiência, preconiza a SENASP.
A proposta trazida pelo Guia é inovadora, contudo foi publicado em 2005 e hoje, 5 anos depois, não se percebe iniciativas municipais que se baseiem neste novo conceito, mas que mantêm concepção de guarda municipal replicando papel das polícias estaduais. O que a reportagem demonstra é o foco que a Guarda Municipal ganha se tornando responsável pelo controle das leis de trânsito. O Guia também aborda um ponto específico sobre acidentes de trânsito que, tamanho o desastre atual, o problema é tratado como questão de segurança pública. No entanto, sabe-se que dificilmente a atuação da Guarda Municipal intervirá neste problema, uma vez que o foco proposto é a multa ou controle de tráfego em horas de rush.
Assumir esta tarefa pode comprometer o quadro de servidores que poderiam atuar como guardas comunitários. Além disso, a aprovação do uso de armas diz de um perfil que também se voltará para repressão, não para prevenção nos moldes preconizados pela SENASP.
Um ponto que me chamou a atenção se trata sobre o papel atribuído à Guarda Municipal, principalmente porque este Guia da SENASP traz uma visão ampla e inovadora sobre o assunto, indo contra o senso comum quando se pensa em intervenções focadas em segurança pública.
De início, o Guia já desmistifica a idéia de que prevenção consiste somente em ações de política social. Estas têm seu impacto, mas intervenções focadas no problema de segurança certamente serão mais eficazes. A partir deste entendimento, fica claro que há que se ter uma estrutura burocrática própria para lidar com o enfrentamento do crime e da violência.
No âmbito municipal, um instrumento de organização burocrática previsto legalmente é a figura da Guarda Municipal, porém ainda é incerto qual o papel que lhe deve ser atribuído.
“Vários municípios já possuem suas Guardas e outros estão em fase de implementação destas novas estruturas de segurança pública. Há muitas dúvidas sobre o tipo de atuação que se espera das Guardas e sobre suas relações com as estruturas já existentes de policiamento, sobre as formas e exigências de recrutamento dos seus integrantes, sobre a política de formação, sobre os recursos que devem ser disponibilizados e, sobretudo, sobre a missão a ser cumprida pelas Guardas e os resultados que se pode esperar de seu trabalho”(SENASP, 2005:27).
Este vácuo conceitual sobre o papel do guarda municipal tem levado várias prefeituras a repetir o modelo de policial estadual, com todas as suas deficiências e vícios, resultando inclusive, em disputas entre estes dois grupos de servidores.
Há uma expectativa da SENASP que as Prefeituras organizem a Guarda Municipal cidadã, atuando principalmente na prevenção e em ações de menor impacto. Esta expectativa preconiza, portanto, um perfil específico de servidor público, aqui, o guarda municipal. A concepção geral que a sociedade possui é que o guarda municipal será o “herói”, tal qual o policial anseia. Além disso, em muitos municípios os atuais guardas municipais são ex-vigilantes ou guardas privados, responsáveis principalmente pela segurança do patrimônio. Logo, o imaginário formado, bem como o modelo aplicado tem sido do guarda municipal que aplicará uma política pública de segurança voltada especificamente para a repressão, seguindo o modelo hierárquico da polícia militar, em vários casos e tendo como maior mérito a obediência, ao invés do servidor que planeje e participe das decisões. Isto modelo militar condiz com as leis que aprovam o uso de armas por estes guardas. Uma preocupação apontada pela SENASP é que não há um concurso baseado em critérios claros ou mesmo um treinamento e a constituição de base de dados que ampare o trabalho destes servidores. Se não puder oferecer uma Guarda Municipal de qualidade, é melhor não te-la, reforça a SENASP.
A grande inovação da SENASP, advinda do diagnóstico desta situação das Guardas Municipais, é a proposta de um perfil para o guarda municipal que não se baseia unicamente na figura do policial, mas de um guarda que ampare a segurança comunitária, sendo um tipo de mediador de conflitos, uma referência na comunidade em que atua. Lista três diretrizes:
- policiamento fixo na comunidade, para que haja interação entre os guardas e os moradores;
- autonomia para que o guarda tome decisões com base no modelo de Solução de Problemas;
- atuar de modo participativo, convocando a comunidade pata tomar decisões conjuntas ao Estado.
O pressuposto é que esse modelo seja preventivo e interfira basicamente nos conflitos de baixa intensidade, que são maioria e têm importante repercussão na sensação de segurança da população. Para crimes mais graves, a polícia deverá ser acionada, o que demarca claramente o papel de cada instituição, rompendo com o problema citado de disputa por uma mesma área de atuação. Pelo contrário, a Guarda Municipal poderá formar uma rede de colaboração com as polícias estaduais, enfrentando atual quadro de dispersão e ineficiência, preconiza a SENASP.
A proposta trazida pelo Guia é inovadora, contudo foi publicado em 2005 e hoje, 5 anos depois, não se percebe iniciativas municipais que se baseiem neste novo conceito, mas que mantêm concepção de guarda municipal replicando papel das polícias estaduais. O que a reportagem demonstra é o foco que a Guarda Municipal ganha se tornando responsável pelo controle das leis de trânsito. O Guia também aborda um ponto específico sobre acidentes de trânsito que, tamanho o desastre atual, o problema é tratado como questão de segurança pública. No entanto, sabe-se que dificilmente a atuação da Guarda Municipal intervirá neste problema, uma vez que o foco proposto é a multa ou controle de tráfego em horas de rush.
Assumir esta tarefa pode comprometer o quadro de servidores que poderiam atuar como guardas comunitários. Além disso, a aprovação do uso de armas diz de um perfil que também se voltará para repressão, não para prevenção nos moldes preconizados pela SENASP.
Quarta-feira, Abril 21, 2010
O que me faz muito bem
Percebi o qanto é importante perceber e anotar as coisas que nos fazem bem, porque num momento de crise, esses ingredientes podem ser o único remédio. Aqui vai a lista que descobri na marra:
- batuques de capoeira (efeito imediato: energia reativada);
- dirigir até a Praça do Papa e curtir aquele frio junto com aquela vista (me acalma);
- poemas do caderno da mamy (aqueles lindos que falam que somos como uma árvore,que torce e enverga com fortes ventos, mas não se quebra nunca);
- passeio pela praça, pra respirar um ar melhor e curitr o sol;
- amor de família, namorado e amigas;
- meditação equilibrada com a respiração;
- ler um bom livro, divertido e inspirador;
- depoimentos da novela do Manoel Carlos (podem rir, mas eu acho lindo as histórias reais de superação!)
- chorar;
- rezar.
- batuques de capoeira (efeito imediato: energia reativada);
- dirigir até a Praça do Papa e curtir aquele frio junto com aquela vista (me acalma);
- poemas do caderno da mamy (aqueles lindos que falam que somos como uma árvore,que torce e enverga com fortes ventos, mas não se quebra nunca);
- passeio pela praça, pra respirar um ar melhor e curitr o sol;
- amor de família, namorado e amigas;
- meditação equilibrada com a respiração;
- ler um bom livro, divertido e inspirador;
- depoimentos da novela do Manoel Carlos (podem rir, mas eu acho lindo as histórias reais de superação!)
- chorar;
- rezar.
Quarta-feira, Março 31, 2010
31/03
E lá se foi março! Este ano está um ritmo bom.
Estava relendo uns posts e vi que eu já anunciava que o trabalho ia me derrotar. E assim foi: 31/10/2009, Dia das Bruxas, quando tive uma crise.
Eu estava sempre pensando quando ia sair desta crise, até porque de fato há momentos que precisam passar pra que meu corpo não sucumba, mas não existe um "sair da crise", como eu queria.
A expectativa dela passar impede que ela passe. Então, eu só estou vivendo! Com consciência (de algumas coisas). Este é o melhor remédio.
Estava relendo uns posts e vi que eu já anunciava que o trabalho ia me derrotar. E assim foi: 31/10/2009, Dia das Bruxas, quando tive uma crise.
Eu estava sempre pensando quando ia sair desta crise, até porque de fato há momentos que precisam passar pra que meu corpo não sucumba, mas não existe um "sair da crise", como eu queria.
A expectativa dela passar impede que ela passe. Então, eu só estou vivendo! Com consciência (de algumas coisas). Este é o melhor remédio.
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