Aniversário de BH
BH faz 110 anos hoje. Parece muito, mas não é.
Outro dia, lendo a Revista da Laje e ouvindo Rodrigo, soube que no Aglomerado Santa Lúcia há uma casa de mais ou menos 115 anos! A cidade começou no morro e hoje, ninguém sabe dessa casa... as prioridades da prefeitura apagam muita gente.
Mas postei isso porque BH é um lugar que gosto muito, só que desde que mudei pra região central, tem uma coisa que me incomoda: tem sempre uma casa sendo destruída pra se construir um prédio na região centro-sul!
Se já há poucas casas velhas e bonitas em BH, elas estão se acabando porque a cada dia surge um novo edifício de vários andares pra ocupar o terrenão de alguma casa bonita. Pior: edifícios cinzas, fechados, feios! Olha a rua Cláudio Manoel entre Pernambuco e Sergipe! Na rua Pernambuco, ao lado da Vila Árabe também tinha uma casa linda que se acabou. Na rua Fernandes Tourinho quase esquina com Bahia também estão construindo um monstro de edifício num lugar que tinha uma casona bonita. E aquela casa ao lado da escola de Arquitetura da UFMG? Acho que é tombada, mas ninguém cuida e a casa vai tombar literalmente qualquer dia!
Além de edifícios que enfeiam e esquentam nossa cidade (Belvedere é um paredão que enfeia a entrada de BH que já foi bonita), há os mil banners gigantes espalhados pela cidade. A prefeitura deve arrecadar uma nota com esses anúncios! SP proibiu os cartazes tampando a cidade e ficou tão mais bonito! A Folha de São Paulo mostrou uma foto comparativa e o resultado impressiona.
Por fim, que invasão de empresas de celular é aquela na Savassi? O café Três Corações se foi e ninguém fez nada... o mercado de Santa Tereza vai ser da Guarda Civil e o abraço coletivo proposta não impediu isso... Gosto muito da gestão da PBH, mas em matéria de urbanização, estamos muito mal!
E já que ano que vem tem eleição, podíamos ficar de olho nesse lobby das construtoras, de publicidade e celulares que cismam em deixar feia nossa cidade. Só porque temos só 110 anos vamos apagar nosso passado? Como disse no início, as prioridades de uma prefeitura podem apagar muita gente.
Outro dia, lendo a Revista da Laje e ouvindo Rodrigo, soube que no Aglomerado Santa Lúcia há uma casa de mais ou menos 115 anos! A cidade começou no morro e hoje, ninguém sabe dessa casa... as prioridades da prefeitura apagam muita gente.
Mas postei isso porque BH é um lugar que gosto muito, só que desde que mudei pra região central, tem uma coisa que me incomoda: tem sempre uma casa sendo destruída pra se construir um prédio na região centro-sul!
Se já há poucas casas velhas e bonitas em BH, elas estão se acabando porque a cada dia surge um novo edifício de vários andares pra ocupar o terrenão de alguma casa bonita. Pior: edifícios cinzas, fechados, feios! Olha a rua Cláudio Manoel entre Pernambuco e Sergipe! Na rua Pernambuco, ao lado da Vila Árabe também tinha uma casa linda que se acabou. Na rua Fernandes Tourinho quase esquina com Bahia também estão construindo um monstro de edifício num lugar que tinha uma casona bonita. E aquela casa ao lado da escola de Arquitetura da UFMG? Acho que é tombada, mas ninguém cuida e a casa vai tombar literalmente qualquer dia!
Além de edifícios que enfeiam e esquentam nossa cidade (Belvedere é um paredão que enfeia a entrada de BH que já foi bonita), há os mil banners gigantes espalhados pela cidade. A prefeitura deve arrecadar uma nota com esses anúncios! SP proibiu os cartazes tampando a cidade e ficou tão mais bonito! A Folha de São Paulo mostrou uma foto comparativa e o resultado impressiona.
Por fim, que invasão de empresas de celular é aquela na Savassi? O café Três Corações se foi e ninguém fez nada... o mercado de Santa Tereza vai ser da Guarda Civil e o abraço coletivo proposta não impediu isso... Gosto muito da gestão da PBH, mas em matéria de urbanização, estamos muito mal!
E já que ano que vem tem eleição, podíamos ficar de olho nesse lobby das construtoras, de publicidade e celulares que cismam em deixar feia nossa cidade. Só porque temos só 110 anos vamos apagar nosso passado? Como disse no início, as prioridades de uma prefeitura podem apagar muita gente.
