Minha passagem pro mundo adulto.
Eu não sou uma pessoa muito segura e sempre fui bem protegida na minha família. Não, não estou estabelecendo relação de causa e efeito até porque minha mãe, no que se refere a esforço profissional, nunca pegou leve. Antes, incentivava a mim e minha irmã a ralarmos muito pra termos retorno, pois foi assim que ela conseguiu o que tem. Meu pai o mesmo. Sempre conta os mil trabalhos que teve e os bicos que já fez pra conseguir uma graninha no fim do mês.
Mas dadas minhas características-problema, tenho que dizer que fui convocada pelo rápido mundo em mudança à minha volta pra seguir o ritmo: hora de enfrentar os medos, assumir responsabilidades, perceber que já não tenho o ambiente acadêmico que aceitava todas as visões como técnicas – agora soo como crítica ao trabalho alheio – nem a descontração dos colegas de sala, companheiros de momentos. Entrei pra um ambiente em que a maioria já está há muito tempo e onde h[a quase nenhum espaço para dúvidas ou discordâncias. Vc se torna a organização. O trabalho faz isso com vc, quase um Big Brother, no sentido do final do livro, quando o personagem assume que realmente amava o Grande Irmão – se não pode vencê-los, junte-se a eles.
Estou me refazendo, conhecendo e construindo uma nova eu. Já posso listar meus objetivos, tal qual aquelas listas de auto-ajuda ou e-mails de power point:
- Reclamar menos e fazer mais;
- Agraciar as pessoas com sorrisos e casos divertidos pra descontrair;
- Ter bom senso pra saber quando fazer isso
- Descobrir o que é esse tal bom senso.
- Saber ser criticada e ainda assim não viver o fim do mundo com isso.
Ah, e nada coo mudar a aparência pra se sentir realmente mudando. Assim, cortei meu cabelo. Mudança radical, tal qual a vida tem me pedido. Apertei meu F5 e estou me renovando. É sempre bom poder se reconstruir.
Mas dadas minhas características-problema, tenho que dizer que fui convocada pelo rápido mundo em mudança à minha volta pra seguir o ritmo: hora de enfrentar os medos, assumir responsabilidades, perceber que já não tenho o ambiente acadêmico que aceitava todas as visões como técnicas – agora soo como crítica ao trabalho alheio – nem a descontração dos colegas de sala, companheiros de momentos. Entrei pra um ambiente em que a maioria já está há muito tempo e onde h[a quase nenhum espaço para dúvidas ou discordâncias. Vc se torna a organização. O trabalho faz isso com vc, quase um Big Brother, no sentido do final do livro, quando o personagem assume que realmente amava o Grande Irmão – se não pode vencê-los, junte-se a eles.
Estou me refazendo, conhecendo e construindo uma nova eu. Já posso listar meus objetivos, tal qual aquelas listas de auto-ajuda ou e-mails de power point:
- Reclamar menos e fazer mais;
- Agraciar as pessoas com sorrisos e casos divertidos pra descontrair;
- Ter bom senso pra saber quando fazer isso
- Descobrir o que é esse tal bom senso.
- Saber ser criticada e ainda assim não viver o fim do mundo com isso.
Ah, e nada coo mudar a aparência pra se sentir realmente mudando. Assim, cortei meu cabelo. Mudança radical, tal qual a vida tem me pedido. Apertei meu F5 e estou me renovando. É sempre bom poder se reconstruir.
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